Sondagem Nacional - 07/07/2008

7 07 2008
Race Poll Results Spread
General Election:

 

 McCain vs. Obama

Gallup Tracking Obama 47,

 

 McCain 43

Obama +4.0
General Election:

 

 McCain vs. Obama

Rasmussen Tracking Obama 49,

 

 McCain 44

Obama +5.0




Sondagem Nacional - 05/07/2008

7 07 2008




McCain sobre o resgate de reféns na Colombia

6 07 2008





Obama vai vencendo nos Hispânicos

6 07 2008

Mais um estudo da Gallup demonstra-nos que Barack Obama está a bater John McCain no âmbito do eleitorado hispânico. A saída de Clinton não provocou uma alteração significativa das alterações de voto deste grupo que, em 2000 foi fundamental a George W. Bush para vencer a Al Gore.





“A New Era of Service”

6 07 2008





O passado bipartidário de McCain

6 07 2008

O passado independente e, em certos temas, até bipartidário de John McCain foi usado durante as primárias como forma de o colocar em melhor posição para um duelo com o democrata nomeado (Barack Obama), uma vez que reunia maior capacidade de congregação de eleitores independentes e até democratas.

Este foi um dos pontos fortes que lhe terão aberto o caminho à nomeação republicana, em face de nomes como Mitt Romney ou Mike Huckabee que, por sua vez, tiveram problemas por disputar exactamente o mesmo tipo de eleitorado.

Agora, a Associated Press põe em causa esta suposta vantagem, interrogando sobre quais os benefícios e desvantagens que tal situação trará ao Senador do Arizona:





“O efeito Bush”

6 07 2008

A Gallup analisa as repercussões que o Presidente George W. Bush está a ter na corrida presidencial norte-americana.





Obama sobre Patriotismo

6 07 2008





Sondagens Nacionais - 03/07/2008

4 07 2008




Sondagem Nacional - 02/07/2008

4 07 2008
Race Poll Results Spread
General Election:

McCain vs. Obama

CNN Obama 50,

McCain 45

Obama +5.0




Sondagem Nacional - 01/07/2008

4 07 2008




Reconfiguração da força militar dos EUA: a próxima década

3 07 2008

Paulo Pereira de Almeida

Vice-Presidente da Direcção do Instituto Transatlântico Democrático

*Artigo publicado na edição de Julho de 2008 da Revista Autor.

No quadro da Global Posture Review – GPR – nos próximos seis anos existirá uma deslocação de mais de 70.000 militares norte-americanos. Ora uma semelhante movimentação das forças militares da principal potência mundial terá – indubitavelmente – uma expressão no desenho geopolítico das MOB – Main Operating Bases – que os Estados Unidos da América têm mantido nos diferentes espaços. Recorde-se – como nota – que as MOB são definidas pelo Departamento de Defesa como bases bem protegidas, mantidas além fronteiras, para apoio de forças deslocadas em permanência, e com um acesso marítimo ou aéreo robusto.

A GPR apresenta-se, pois, como a segunda mais extensa revisão da localização e destacamento do poderio militar norte-americano no pós-Segunda Guerra Mundial, representando um esforço e – simultaneamente – um sinal de uma nova codificação para as mudanças em curso.

De facto, desde o 11 de Setembro de 2001 que os Estados Unidos da América mantinham mais de 250.000 tropas no estrangeiro, 100.000 das quais na Europa e, destas, mais de 71.000 na Alemanha, a que se somam 12.000 em Itália, 11.000 no Reino Unido e as restantes 6.000 repartidas por outros países, entre os quais Portugal, com cerca de 900 militares alocados à Base das Lajes, nos Açores. Além destes, há que contar com a presença de cerca de outros 100.000 militares na Ásia Oriental, divididos entre o Japão, com mais de 33.000, a Coreia do Sul, com mais de 27500, e as bases repartidas pelas águas do Pacífico Ocidental. Além destes, encontramos ainda mais de 900 em Cuba (Base de Guantánamo), mais de 400 nas Honduras e – no caso do Brasil – uns pouco significativos 40 militares.

Ora a importância da redefinição em curso desta rede é – por razões evidentes – um importante tópico para a política externa dos EUA e dos seus Aliados. E já existe uma verba superior a 15 Biliões de Dólares norte-americanos para a racionalização das bases militares, incluindo os custos de fecho e limpeza, de expansão e de construção de novas bases. Mas quais são – do ponto de vista da Administração e do Departamento de Defesa – os principais critérios para a redução de efectivos? Em primeiro, a relevância das localizações estratégicas para a Guerra ao Terror; depois, a vantagem para lidar com outras ameaças significativas em termos operacionais e também dissuasores; em terceiro, a flexibilidade para lidar com outros cenários de intervenção; em quarto, as implicações financeiras da operação para os Estados Unidos; e, em quinto e último, as implicações para a qualidade de vida dos cidadãos norte-americanos. Importa, pois, perceber que o processo de downsizing formal dos efectivos militares na Europa teve – como atrás referimos – consequências notórias: a título de exemplo, na Alemanha os militares passaram de mais de 71.000 para cerca de 47.000.

Existe, todavia, uma questão importante quando pensamos a política de deslocação e manutenção de bases e de uma presença militar norte-americana na Europa: a criação do AFRICOM, comando africano, em 2007 e a sua sede, em Kelley Barracks, Estugarda, na Alemanha. Esta representa um sinal significativo de uma cooperação extensiva que se pretende mais eficaz e – no interesse de Portugal – cada vez mais próxima de África e da Lusofonia.





O Problema de Obama no Iraque

1 07 2008

obama iraque

Obama, whatever the idealistic yearnings of his admirers, has turned out to be a cold-eyed, shrewd politician. The same pragmatism that prompted him last month to forgo public financing of his campaign will surely lead him, if he becomes President, to recalibrate his stance on Iraq. He doubtless realizes that his original plan, if implemented now, could revive the badly wounded Al Qaeda in Iraq, reënergize the Sunni insurgency, embolden Moqtada al-Sadr to recoup his militia’s recent losses to the Iraqi Army, and return the central government to a state of collapse. The question is whether Obama will publicly change course before November. So far, he has offered nothing more concrete than this: “We must be as careful getting out of Iraq as we were careless getting in.”

(…)

Obama has shown, with his speech on race, that he has a talent for candor. One can imagine him speaking more honestly on Iraq. If pressed on his timetable for withdrawal, he could say, “That was always a goal, not a blueprint. When circumstances change, I don’t close my eyes—I adapt.” He could detail in his speeches the functions that American troops and diplomats can continue to perform even as our primary combat role recedes: training and advising, counterterrorism, brokering deals among Iraqi factions, checking their expansionist impulses, opening talks with our enemies in the region. He could promise to negotiate all this with Iraqi leaders, emphasizing the difference between a relationship that respects the wishes of the public in both countries and one in which Iraqis are coerced into coöperation. If Obama truly wants to be seen as a figure of change, he needs to talk less about the past and more about the future: not the war that should never have been fought but the war that he, alone of the two candidates, can find an honorable way to end.

Obama’s Iraq Problem, George Packer no The New Yorker.





Roomney: o principal candidato a vice de McCain

1 07 2008




O Voto Cristão

1 07 2008

A CBN reporta as tentativas dos candidatos em chegar a este importante segmento do eleitorado.





Plouffe: o estratega

1 07 2008

O Director de Campanha de Barack Obama, David Plouffe, apresenta-nos os detalhes de como Barack Obama poderá vencer a presidência dos Estados Unidos da América.





Os Americanos e os Candidatos: divergência e convergência de opiniões

30 06 2008

A Gallup apresenta-nos as suas conclusões no que à comparação das opiniões entre os Americanos e os Candidatos concerne. Barack Obama lidera de forma inequívoca em quatro dos oito assuntos abordados, enquanto McCain apenas apresenta uma liderança estável na questão do terrorismo.





Cinco coisas que desconhecíamos sobre John McCain

30 06 2008





Cinco coisas que desconhecíamos sobre Barack Obama

30 06 2008





Sondagens - 30/06/2008

30 06 2008




Sondagens - 28/06/2008

30 06 2008




Sondagens - 27/06/2008

30 06 2008
Race Poll Results Spread
General Election:

McCain vs. Obama

Time Obama 47,

McCain 43

Obama +4.0




Sondagens - 26/06/2008

30 06 2008




Sondagem Nacional - 25/06/2008

30 06 2008




Sondagem Nacional - 23/06/2008

30 06 2008




Sondagens Nacionais - 21/06/2008

30 06 2008




Gore apoia Obama

17 06 2008

O candidato presidencial do Partido Democrata em 2000, Al Gore, anunciou ontem em Detroit, no Michigan, o seu apoio ao vencedor da nomeação democrata, Barack Obama. Sobre este tema salientamos duas notas:

A primeira de que este apoio apenas foi anunciado após a época das primárias, o que demonstra não só a preocupação de Al Gore em não dividir ainda mais o Partido Democrata, como também em não arriscar dar o seu apoio a um candidato que, eventualmente, poderia não vencer a nomeação

A segunda nota a salientar, prende-se com o local onde Al Gore cedeu o seu endorsement. Foi em Detroit, no Michigan. Depois de John Edwards, Al Gore foi o segundo grande endorsement neste local. Daqui se retira perfeitamente a conclusão de que a aposta neste swing state será crucial na estratégia de Barack Obama, inclusivamente, a ponto de desperdiçar o possível efeito de um endorsement Al Gore na Florida.





McCain explica

17 06 2008

Como vencerá entre os já famosos Reagan Democrats.

Esta explicação fez parte de uma conferência de imprensa onde, entre outras coisas falou sobre os problemas energéticos que os Estados Unidos atravessam e a Guerra no Iraque.





Sondagens Nacionais - 17/06/2008

17 06 2008




Deve Obama escolher Hillary?

16 06 2008

Esta é provavelmente uma das questões que mais se coloca neste momento no seio do panorama político norte-americano. Como é óbvio só existem duas respostas possíveis:

Ed Kilgore responde-nos que sim, uma vez que:

The positive case for the unity ticket is pretty simple. With the political landscape (from issues, to partisan ID trends, to voter motivation) favoring Democrats in November, a united party will almost certainly win. And at present, the divisions in the party aren’t about ideology, or policy, or even how to conduct the general election. They are largely feudal, in the sense that they have emerged from the passionate personal attachment of activists and voters to these two powerful and historic chieftains. Merging their candidacies for the general election is the obvious way to address the problem, and thus the unity ticket ought to be treated as having a rebuttable presumption of sensibility.

It is an idea that is far more popular with rank-and-file Democrats than with the chattering classes. Polls show that a consistent majority of the self-identified Democrats — and big majorities of those who voted for Clinton in the primaries — favor putting her on the ticket. In the few days between Obama’s victory speech and Clinton’s concession, there were rumblings of an organized effort in Congress (and hence among superdelegates) to endorse the unity ticket, but Clinton’s instructions to supporters to refrain from pressuring Obama drove such talk underground.

I don’t think there’s much doubt that Clinton’s supers and donors would be very pleased to see her at least asked to go on the ticket. There is also abundant, alarming evidence that a significant share of Clinton primary voters are currently peeved enough to stay home in November or vote for John McCain. Will many of these voters “get over it” and get with the program absent a pro-Clinton gesture? Almost certainly. But does that justify dismissing the whole problem as something that will take care of itself? Not if you care about winning what may be a close election.

Já Thomas Schaller entende que não e explicita, de igual forma, as suas razões:

1. Picking Clinton undermines Obama’s independent, “new politics” image. If Clinton really wants to help Obama, her people should leak out the notion that she expects to be picked, even if it’s untrue. That way, when Obama picks somebody else it will reinforce his image as a candidate who doesn’t bend to political pressure — exactly how he must project himself to fair-weather Democrats, independents and moderate Republicans. After his pick, Clinton can utilize dog-whistle politics to reassure her supporters that she was fine with being passed over. In exchange for this delicate dance, Obama ought to promise her whatever she wants, including if not especially the first shot at a Supreme Court seat. She’d be a great justice.

2. The Clintons — plural — are a potentially dangerous campaign distraction. The Clintons are great campaigners and clever strategists, but Obama has already put together a first-rate campaign team without relying on the Clintons’ stable of advisors. The unavoidable truth is that having the Clintons on the campaign trail will draw too much of the spotlight away from Obama. Inevitably, some comment or episode involving one or both Clintons will dominate the news cycle for days, maybe weeks. Worse, John McCain and the Republicans would love to play the anti-dynasty, Clinton-fatigue card while not-so-subtly raising the question, “If Obama can’t control them during the campaign, what makes you think he’ll be able to control them once they’re back inside the White House?”

3. Clinton delivers demographic groups, but not necessarily any swing states. With the notable exception of Arkansas and its six electoral votes, what state would Hillary deliver that Obama is not already going to win? Forget all this talk about the parts of the Democratic coalition to which she appeals. If he cannot pull together the elements of that coalition himself he’s going to lose anyway in swing states, whether those are states that he won in the primary, like Colorado or Virginia, or states that he lost, like Ohio, New Hampshire and Pennsylvania. Conversely, if Obama can reassemble the two halves of the Democratic coalition, he’s going to win the swing states and the election, despite the intraparty tensions that arose during the primary. (The latest NBC/Wall Street Journal poll seems to indicate he’s already made substantial progress.)

4. He can call Clinton’s bluff. Hillary Clinton repeatedly promised that, should she lose the nomination, she would do whatever it takes to elect a Democrat this November — a promise that, in theory, she can deliver whether or not she’s on the ticket. Though Obama should not opt for somebody else to spite Clinton, picking another running mate gives her the chance to prove to him and the rest of the party that she’s not the self-absorbed, nakedly ambitious politician Republicans portray her to be. Oh, and it’s also in her self-interest anyway: If Obama loses this November, Clinton’s options for an I-told-you-so candidacy in 2012 are significantly improved if she shows herself to be a true-to-her-word surrogate these next five months.





Obama ganha vantagem no voto feminino

16 06 2008

Depois da saída de Hillary Clinton da corrida é importante uma análise que nos faça perceber como se distribuirá agora o voto feminino. A Gallup chega à conclusão de que o principal beneficiado com a retirada da Senadora de Nova Iorque é precisamente Barack Obama.