Estamos perante um sistema de sufrágio directo ou indirecto?

No que concerne ao acto eleitoral, acaba por configurar, na prática, uma espécie de sufrágio directo para o Presidente, por força de uma grande personalização da campanha em torno de duas candidaturas, do papel dos órgãos de comunicação social e, sobretudo, do papel praticamente irrelevante dos eleitores presidenciais.

É como se estivéssemos perante um típico sistema eleitoral maioritário a uma volta, o que ocorre na Terça-feira seguinte à primeira Segunda-feira de Novembro do ano em que têm lugar as eleições presidenciais, algo que acontece em todos os anos bissextos.

Com efeito, o eleitorado ao votar nos eleitores presidenciais, já sabe de antemão em quem está a votar para a Presidência e Vice-Presidência.

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