O Fantasma volta a pairar

3 11 2008

Os republicanos apostam nos últimos momentos numa robocall em que utilizam as palavras da Senadora Hillary Clinton contra Barack Obama durante o período das primárias.

Nestes dias que antecedem a campanha, o RNC volta a apostar em reanimar as divergências entre os democratas resultantes das disputadíssimas primárias democratas. A ideia será, como nos parece óbvio, não dar espaço de manobra para responder.

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Bill Clinton – Um Reforço para Obama

26 10 2008

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Bill Clinton está, neste momento, preparado para se juntar à campanha de Barack Obama, sendo esta uma evidente prova de que os Democratas querem colocar de lado as desavenças da primary season e apostar tudo o que têm nestes últimos dez dias.

Hillary Clinton não estará presente no evento, mas já anteriormente promoveu uma acção de campanha favorável a Obama no decisivo Estado da Florida.





A escolha de McCain: Sarah Palin

30 08 2008

A escolha de McCain da Governadora do Alaska, Sarah Palin, para sua Running Mate foi uma total surpresa. Este factor (surpresa) conseguiu logo à partida um primeiro objectivo: apagar por completo a presença do discurso de encerramento da Convenção Democrata dos media, que muitos consideraram como um dos seus melhores. Neste momento, a pouco mais de dois meses das Eleições, McCain, Palin e os republicanos dominam os media. A ideia era exactamente essa.

Quanto à escolhida, é vista como representante da base conservadora do GOP, uma nova cara que virá do exterior para reformar Washington e com experiência executiva: algo que nem Obama nem Biden têm. Mais, como mulher, mãe de cinco filhos (um deles com Síndroma de Down), fervorosamente pró-vida e caçadora de Alces (membro efectivo da National Rifle Association) irá servir de apelo ao voto com as mulheres (quiçá frustradas pela derrota e não nomeação de Clinton), aos moderados (ansiosos por uma mudança) e ainda solidificar o voto da tradicional base de apoio do GOP (pró-vida, NRA e 5 filhos). Posto isto, muitos dos republicanos, baseados nestes factores, afirmam tratar-se de uma excelente escolha.

Não obstante os mais que óbvios elogios dos republicanos, este não será o pensamento dos democratas. Primeiro, vêem a Governadora do Alaska como uma segunda escolha, uma vez que Mitt Romney não estará interessado, vislumbrando uma vaga de fundo daqui a quatro anos, seja para desafiar Obama ou para cumprir o segundo mandato do ciclo republicano, uma vez que será pouco provável um segundo mandato de McCain. Os democratas argumentam ainda com a total inexperiência de Palin que não estará preparada para a eventualidade de ter de ser empossada Commander-in-Chief, uma vez que no seu currículo conta  apenas com seis anos de experiência como Mayor de uma cidade de 5400 habitantes e 21 meses como Governadora de um Estado com um quarto da população de Brooklyn.

No que aos observadores mais isentos concerne, estes estarão certamente ainda a tentar descobrir o verdadeiro significado desta opção. Ora, se o principal argumento de McCain diz respeito à sua superior experiência em relação a Barack Obama, como pode a sua primeira esolha pessoal ser alguém com tão pouca experiência? Não lhe retirará isso algum significado àquela que até agora tem vindo a ser a sua campanha? Com tantos nomes com garantia de experiência (Romney, Ridge, Pawlenty ou Sanford) porquê uma total desconhecida que, ainda por cima, está a ser investigada por eventuais problemas éticos no poder legislativo Estadual (que os próprios republicanos controlam)? No que estará a campanha do Senador do Arizona a pensar?

A resposta poderá estar numa mudança de paradigma. Ou seja, depois de desgastar o argumento da falta de experiência ( que Obama rebateu de forma brilhante no encerramento da Convenção), tenta uma nova abordagem. Um Maverick acompanhado de uma mulher, que tentará angariar os votos os eleitores frustrados com a não nomeação de Hillary Clinton que obviamente correspondem às divisões criadas no seio dos Democratas. Estes votos somados à tradicional base de apoio do GOP poderão muito bem significar uma eleição garantida.





Convenção Democrata X

29 08 2008

Moção, apresentada por Hillary Clinton, que suspendeu a votação e permitiu a nomeação de Barack Obama por aclamação.





Convenção Democrata IX

28 08 2008

No final do segundo dia da Convenção Democrata, Hillary Clinton encerrou os trabalhos com um não brilhante mas empolgante discurso, numa derradeira tentativa de evitar a deserção dos seus apoiantes para o candidato republicano, John McCain.





Convenção Democrata VIII

28 08 2008

Antes de Hillary Clinton, o Governador do Montana, Brian Schweitzer, aqueceu as hostes naquele que bem pode pode ser considerado até agora o discurso-revelação da Convenção.





3 A.M.

26 08 2008

McCain começa a pecar por falta de originalidade.

Novo anúncio com palavras de Hillary Clinton a criticar Barack Obama. A estratégia de capitalização do voto dos apoiantes de Clinton veio para ficar.